sábado, 21 de abril de 2018

Mulher é acusada de planejar morte do companheiro para ficar com bens

Metrópoles                                                                                                                                                  
                                                    Reprodução
De forma meticulosa, uma mulher teria planejado a morte do próprio companheiro durante meses. Mas a empreitada foi descoberta a tempo por policiais civis da 21ª DP (Taguatinga Sul). O assassinato do caminhoneiro de 56 anos havia sido encomendado por Orlandina Gomes Viana, 50 anos, a uma dupla de assaltantes. Tanto a mulher quanto um dos comparsas estão presos, em Ceilândia. O outro suspeito segue foragido.

De acordo com as investigações da 21ª DP, a trama começou a ser investigada em dezembro do ano passado, a partir de um suposto roubo ocorrido na residência do casal. Na oportunidade, um bilhete em tom de ameaça foi deixado pelos criminosos. Nele, o caminhoneiro é ameaçado de morte. No mês seguinte, os mesmos assaltantes levaram o carro do homem.
Segundo o delegado-chefe da 21ª DP, Raimundo Vanderly, Orlandina articulou os dois crimes. “Durante o assalto, os bandidos foram orientados a deixar a mensagem para amedrontar a vítima, O objetivo da suspeita era fazer o companheiro transferir os bens para o seu nome, já que ela havia dito que estaria grávida de gêmeos”, explicou o delegado.

Plano não foi finalizado
Quando a polícia chegou ao ladrão que roubou o carro do caminhoneiro, ele revelou todo o esquema que teria sido articulado pela mulher da vítima. E o plano não foi finalizado.

Caio Jesus Ramos confessou que ele e outro comparsa receberiam R$ 2 mil pela morte do homem, além de uma arma que seria repassada por Orlandina para a dupla cometer o crime. “Os policiais passaram a investigar a mulher e descobriram que havia um mandado de prisão em seu nome expedido pela Justiça goiana”, disse Raimundo Vanderly.

Ao chegarem à casa da Orlandina para cumprirem o mandado de prisão, os policiais encontraram a arma que seria usada para matar o caminhoneiro, além de drogas, uma espingarda e uma balança de precisão. “Nós já tínhamos a informação que, além de tudo, Orlandina traficava drogas na residência”, afirmou o delegado. 

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